segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Danças Polovtsianas do Príncipe Igor (1909)

Desenho de figurino de Konstantin Korovin para a personagem Igor, 1909. Figurinos de Nicholas Roerich.


Desenho de figurino de Konstantin Korovin para a personagem Konchakovna, 1909. Figurinos de Nicholas Roerich.



Referências Bibliográficas

WIKIPEDIA. Prince Igor. Disponível em: http://en.wikipedia.org/wiki/Prince_Igor. Acesso em: 3 nov. 2008.

O Pássaro de Fogo (1910)

O Pássaro de Fogo, 1910. Cenários, adereços e figurinos de Léon Bakst e Alexandre Golovine.



Bakst, Léon. O Pássaro de Fogo: Bailarina, 1910.


Referências Bibliográficas

LOPES, Sofia. Cronologia dos Ballets Russes. Misurato, 4 jul. 2008. Disponível em: http://misurato.blogspot.com/2008/07/cronologia-dos-ballets-russes.html. Acesso em: 3 nov. 2008.

WIKIPEDIA. The Firebird. Disponível em: http://en.wikipedia.org/wiki/The_Firebird. Acesso em: 3 nov. 2008.

Le Pavillon d'Armide (1909)


Le Pavillon d'Armide (1909). Figurino de Alexandre Benois.


Le Pavillon d'Armide (1909). Figurino de Alexandre Benois.


Referências Bibliográficas

LOPES, Sofia. Cronologia dos Ballets Russes. Misurato, 4 jul. 2008. Disponível em: http://misurato.blogspot.com/2008/07/cronologia-dos-ballets-russes.html. Acesso em: 3 nov. 2008.

A Bela Adormecida (1921)

Lopokova, Lydia. A Bela Adormecida (1921). Figurino de Alexandre Benois.



Referências Bibliográficas

The Papers of Lydia Lopokova Keynes. Janus. Disponível em: http://janus.lib.cam.ac.uk/db/node.xsp?id=EAD%2FGBR%2F0272%2FPP%2FLLK. Acesso em: 3 nov. 2008.

GREENHAN, Robert. J. M. Barrie and the Russian Dancers. Fiery Chariot, mai. 2007. Disponível em: http://fierychariot.blogspot.com/2007/06/j-m-barrie-and-russian-dancers.html. Acesso em: 3 nov. 2008.

A Consagração da Primavera (1913)

Nicholas Roerich (1874-1947)


Entitulado a princípio O Grande Sacrifício: um Retrato da Rússia Pagã, o motivo do balé surgiu da absorção de Roerich com a antiguidade e, de acordo com o que escreveu em uma carta a Diaghilev: "A formosa cosmogonia da terra com o céu." No balé Roerich buscou expressar os ritos primitivos do homem antigo ao receber de braços abertos a primavera, a outorgadora da vida, e fazer um sacrifício a Yarilo, o Deus do Sol. Era uma história totalmente distinta à de qualquer outro balé. A partitura de Stravisnki e a coreografia de Nijinsky foram igualmente uma surpresa, e provocaram grande controvérsia que se seguiu por muitos anos.


ROERICH, Nicholas. A Consagração da Primavera, 1913.



ROERICH, Nicholas. A Consagração da Primavera, 1913.



Referências Bibliográficas

Nicholas Roerich y el vestuario de los Ballet Russes. Danza Ballet. Barcelona, 25 jul. 2007. Disponível em: http://www.danzaballet.com/modules.php?name=News&file=article&sid=1413. Acesso em: 3 nov. 2008.

Serge Diaghilev

O nome de Diaghilev (Sergei Pavlovich Diaghilev [1872-1929])ocupa lugar de destaque na história da dança contemporânea pela inestimável contribuição de seu trabalho renovador e por ter apresentado o ballet russo ao mundo ocidental pela primeira vez. Filho de pais nobres, Serge nasceu na província russa de Novgorod a 19 de março de 1872. Dotado de rara sensibilidade, dividia o seu tempo entre múltiplas atividades artísticas. Promovendo exposições e concertos, a exemplo da primeira exposição de impressionistas franceses na Rússia (1899-1900) e as Noites de Música Contemporânea (1901), com execuções de obras de jovens compositores russos e estrangeiros como Debussy, Ravel e Dukas. Encorajado por numerosas personalidades parisienses, Diaghilev organizou com sucesso exposições de arte ora na capital francesa ora em São Petersburgo, chegando a fundar nesta última cidade o jornal Mir Isskoustva (O Mundo da arte).

O ballet só entrou definitivamente na vida de Serge Diaghilev no dia em que ele assistiu a famosa bailarina italiana Virgínia Zucchi dançar no Teatro Imperial de São Petersburgo. Seu primeiro trabalho no novo setor foi a supervisão da remontagem completa do ballet Sílvia. No primeiro semestre de 1909, promoveu com êxito absoluto a temporada do Ballet Russo do Teatro Chatelet de Paris, chamando a atenção pela suntuosidade do espetáculo e pela perfeição do conjunto que tinha em seu elenco: Vaslav Nijisnky, Anna Pavlova, Michel Fokine, Tamara Karsavina, Adolph Bolm, Vera Karalli, Mikhail Mordkin. Esses espetáculos marcaram o início de uma revolução da arte teatral do Ocidente, particularmente no ballet.

Exibindo-se em vários teatros do Ocidente, a companhia de Ballets Russes de Diaghilev estreou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 17 de outubro de 1913, com La Sylphide, Le Spectre de la Rose, Le Pavillon d'Armide e Danças Polovtsianas do Príncipe Ígor.

No começo da Grande Guerra de 1914, Diaghilev permaneceu um ano em Veneza, mudando-se depois para a Suíça, onde recebeu convite de Otto Kahn, diretor do Metropolitan Opera House, para se apresentar nos Estados Unidos. Essas turnês alcançaram retumbante sucesso com reprises anuais. O Principiado de Mônaco contratou a Companhia de Diaghilev em 1923 para a Ópera de Monte Carlo, com o novo nome de Ballets Russes de Monte Carlo.

















Referências Bibliográficas

JARDIM, Dolores Quintão. Serge Diaghilev. A Magia da Dança, 4 dez. 2007. Disponível em: http://amagiadoballet.blogspot.com/2007/12/serge-diaghilev.html. Acesso em: 3 nov. 2008.

sábado, 1 de novembro de 2008

Diaghilev e o futurismo italiano

Em meados de 1914 Diaghilev esteve sob o que ditava o movimento futurista italiano. A influência futurista foi a grande força que impulsionou sua companhia ao modernismo. Em combinação com o neoprimitivismo (por exemplo, as peças e figurinos de Goncharova para Le Coq D'or) e com o cubismo, ele deu à companhia um todo um novo
visual.

O último componente na nova estética de Diaghilev foi a redescoberta da herança pré-romântica. (PRESS, 2006).

"Quando Diaghilev começou a produzir espetáculos de ballet e óperas russas em Paris a partir de 1909, ele não apenas importou a música, dançarinos, artistas, adereços e figurinos, mas também a peculiar estrutura cooperativa que os artistas russos trabalhavam.
Os ballets russos foram um sucesso sem precedentes. Os adereços e figurinos de Leon Bakst, Alexander Golovin e Valentin Serov emocionaram o mimado público parisiense. Em todos os aspectos, os russos reanimaram o mundo da dança e fizeram dele a plataforma de grande inovação artística. Quando Diaghilev também começou a reunir artistas ocidentais ao seu redor, ele os inspirou a trabalhar intensivamente com artistas de outras disciplinas. Compositores como Debussy, Ravel e de Falla colaboraram com artistas como Picasso, Matisse e de Chirico, e escritores como Jean Cocteau e Andre Gide." (SELBACH, 2004).













Alexander Golovin, kostuumontwerp voor Firebird 1910, State Museum of Theatre and Music, St. Petersburg







Chinese danser, Léon Bakst – kostuumontwerp voor Vaslav Nijinsky als ‘Chinese Dancer’ in Les Orientales,1917, collectie McNay Art Museum Texas














Leon Bakst, kostuumontwerp voor een Nymph in Narcisse 1911, collectie State Museum of Theatre and Music, St. Petersburg







Leon Bakst Design for the costume of Cléopatre for Ida Rubinstein, 1909. In: Cléopatre, 1909. Pencil and watercolour on paper. 28 x 21 cm. Collection Nikita en Nina Lobanov-Rostovsky, London. © c/o Beeldrecht Amsterdam 2004




Referências Bibliográficas

SELBACH, Josee. Working for Diaghilev. Groninger Museum, Groninger, 15 out. 2004. Disponível em: http://www.groningermuseum.nl/index.php?id=1260. Acesso em: 31 out. 2008.

PRESS, Stephen D. Prokofiev's Ballets for Diaghilev. Inglaterra: Ashgate, 2006.